Quiet Bliss

/

por Eduardo Biz

A macro-tendência que a Box1824 chama de Quiet Bliss aborda o comportamento de um mundo acostumado a operar em um ritmo inalcançável, no qual é crescente o despertar pela desaceleração.

A quietude tem sido vista não só como medida preventiva, mas também como um recurso para aumentar a produtividade. Mais do que isso, o silêncio passa a ser revalorizado como medida essencial para resgatar o equilíbrio e a criatividade pessoal.

Isolar-se da poluição visual, sonora e de informação passa a ser valorizado como forma de se reconectar consigo mesmo e com o mundo ao redor. O não-registro, a contemplação, o digital-detox e o monotasking entram em cena para propor uma maior presença e contemplação do momento.

Leia o report completo.

Versão resumida ×

Exibir texto integral

Comente

Mudando de assunto...

A inevitável adaptação do mercado para o movimento Freegender

TRANScenGENDER

Quando identidade de gênero entra na pauta popular e mercados que movimentam trilhões passam a atentar a essas questões, é natural que a discussão influencie claramente a maneira como as empresas irão posicionar seus produtos e se comunicar daqui pra frente. Ditar a maneira como cada gênero deve se relacionar com o consumo será uma atitude cada vez mais repudiada pelo público, que passa a entender essa divisão como signo de atraso.

Representatividade criativa: 6 vozes que inspiram diálogos inclusivos

Unclassed

Na possibilidade de representar e incluir pessoas que ainda não ocupam o seu merecido lugar em campanhas e projetos, há bastante desafio. Justamente por ser tão desafiador, é também cenário potente para repensar a criatividade no Brasil. Para quem enxerga oportunidade nesse contexto, é fundamental compreender que, mais do que ter um discurso inclusivo, é preciso ter uma prática inclusiva, aproximando-se de pessoas que vivem essas realidades ainda pouco representadas.

As novas economias e suas possibilidades de fluxo

Microeconomias

Para nos libertarmos de um modelo econômico que destrói a natureza e nos afasta de toda e qualquer conexão significativa, temos que nos livrar de suas premissas. A liberdade não reside na escolha de consumo nem de produção, mas na escolha de como fazê-los. O campo social pós-Internet mostra que, ao interagirmos na rede da economia colaborativa, ampliamos as possibilidades de fluxo, não só de informação mas também de recursos.