Categoria: Games

Games
16 de setembro de 2013 por marimessias

Brasil – Um País de Tolos

Ano passado, em Porto Alegre, vi uma galera do Ônibus Hacker jogando esse jogo e fiquei muito curiosa e encantada. Quando me avisaram que estava no Catarse, óbvio, fui colaborar/comprar e dizer pra todos os meus amigos que também ficaram encantados.

Pra entender melhor, eles mesmos explicam:

Brasil – Um País de Tolos é um jogo de cartas onde cada uma representa uma personagem da sociedade brasileira. As cartas contêm citações famosas dessas personagens que refletem no poder de cada carta no jogo.

Parece ser muito massa, né? Colabora la.

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Games
12 de setembro de 2013 por marimessias

Family Sharing

Um dos grandes lances de comprar arquivos cloud é que eles não são exatamente teus. Digamos que tu compre, por exemplo, um livro pelo Kindle e depois de terminar de ler tenha curtido tanto que queira emprestar pra tua melhor amiga, feito faria com a versão de papel. Nem rola.

A Valve decidiu resolver esse problema com o Family Sharing, um serviço que permite compartilhar a biblioteca de games do Steam com amigos e familiares.

 

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Games, Tecnologia
06 de junho de 2013 por andre

PESQUISA GAMIFICADA

The Great Brain Experiment é um app criado para pesquisar particularidades cognitivas através da lógica do gaming. Desenvolvido por neurocientistas ingleses, o game consiste em uma série de tarefas para entender o funcionamento do cérebro de pessoas de diferentes perfis, por exemplo desafios de memória, velocidade de resposta, entre outras formas de medir a capacidade de memorização e a impulsividade dos jogadores. A ideia dos criadores do app é aumentar o alcance dos seus estudos, afinal podem atingir milhares de pessoas no lugar de investigar 20 indivíduos em um laboratório. Desde seu lançamento em abril de 2013, o game já teve mais de 20.000 downloads.

Gamification não é um assunto novo, mas este app é uma aplicação ousada do conceito. Ao jogar The Great Brain Experiment, impossível não querer analisar se desempenho VS jogadores da mesma idade ou mesmo de outros países e ficar se perguntando quem é mais inteligente que você e quem não tem a menor chance. Aliás, além de uma nova forma de pesquisa, fica aí uma ideia para os rankings do candy crush e do dots: competição por segmentação demográfica.

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Games
23 de maio de 2013 por Lucas Liedke

DOTS: VICIADOS EM CONECTAR

Ok, para você que desistiu de tentar passar da fase 184 do famigerado Candy Crush, há um novo microgame que vem mexendo com os polegares dos geeks. Trata-se do Dots, uma versão minimalista do clássico conecte-os-pontos. Tudo indica que são os detalhes, e obviamente o design, que elevaram o nível do jogo, colocando o app da Betaworks no ranking dos mais baixados.

Veja bem! Os efeitos sonoros aumentam de volume de acordo com sua pontuação. Seu telefone vibra (da mesma forma que sempre vibrou, mas parece mais excitante) ao fazer quadrados e retângulos. Um score global, e também dos seus amigos, mantém a competição ativa. Os badges são um estímulo para cada nova conquista, por mais triviais que sejam. Tudo isso deixa o game perigosamente compulsivo para aquele momento em que você simplesmente quer limpar a cabeça e conectar uns pontos.

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Games
08 de maio de 2013 por marimessias

Game-documentário

Ta rolando um projeto muito legal no Kickstarter, de um documentário em forma de jogo sobre, é, jogos.  Life Of Pixel é um jogo de plataforma retrô que tem como protagonista um pixel verde que cansou de ser só mais um e resolveu descobrir mais sobre seu passado. O jogo tem 72 levels e, bom, da uma sacada nesse teaser abaixo e ajuda lá.

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Games
29 de abril de 2013 por nina

SNESbox: Procrastinação nostálgica

Foi criado recentemente um emulador de SNES (Super Nintendo) que roda direto do navegador. Sim, minha gente, agora você pode jogar novamente clássicos como Super Mario World, Mortal Kombat, Aladdin e The Legend of Zelda (além de outros 1857 jogos – incluindo todos os jogos de Sailor Moon) a hora que quiser! E o melhor: ainda há a possibilidade de jogar online com um amiguinho.

Se você não agüenta mais de vontade pra começar a jogar, clique aqui. Mas atenção: O SNESbox é (mais) um risco para sua produtividade. Depois não diga que não avisei.

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Comportamento, Games
17 de abril de 2013 por Lucas Liedke

Candy Crush, a Saga

Não é sugar, é saga, e se tornou o aplicativo número um no Facebook e o queridinho das lojas de app pelo mundo. Até na Antártica se joga.

Então… O começo da brincadeira é bem atraente e inclusivo. Em primeiro lugar, é um jogo que praticamente qualquer um já conhece. Ainda assim, há um tutorial tão didático que chega a ser bobo. As cores brilham como se você tivesse 3 anos de idade. Você está em um conto de fadas! O mundo inteirinho é feito de guloseimas, e vozes suaves estimulam cada passo certo que você dá. ~ Divine!

Passado o momento fofura, vem as primeiras frustrações. Os desafios tem um ritmo instigante. Cada episódio é arquitetado no mapa apenas com o passar do tempo. E por alguns minutos (ou dias!) você esquece que está em Las Vegas e que o destino aqui é um mero algoritmo. Jogos de sorte, ainda que a gramática tente dizer ‘jogos de azar’, possuem esse poder alienante. Sabemos disso mas esquecemos, pois é alienante.

Ironias de lado, gera-se um mal-estar. Mas o mal-estar é sempre aliviado pela excitação que garante que agora ‘eu aprendi a fazer’. Até porque sua performance efetivamente melhora com o andar da carruagem de marzipã. Para agravar o quadro, em alguns momentos, o jogador é forçado a acreditar que a única forma de continuar no jogo é comprando recursos de luxo a preços estúpidos. Fica a pergunta: o que é menos pior? gastar o meu dinheiro ou o meu tempo? Saiba que algo vai ser gasto.

Como tem se falado no mundo real, a vida é o que acontece enquanto você joga Candy Crush. Mas para equilibrar o comportamento anti-social, há uma relevante camada social inserida no jogo, detalhadamente executada pela King. Quem tem mais amigos ativos no jogo não precisa, por exemplo, pagar para andar de trem ou avião. O big picture da jornada também gera um senso de cumplicidade e saudável competitividade entre os companheiros de batalha.

Mas para compensar qualquer desgosto e conflito social, lembre-se que apesar de estimular o vício em açúcar, este é um lugar raro no mundo. Aqui, você pode errar quantas vezes for preciso, o tempo corrige tudo e suas conquistas são suas para sempre. Você nunca morre, apenas ajusta o relógio do celular e segue adiante.

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Games
08 de abril de 2013 por marimessias

A revolução televisionada

Com propostas bem diferentes das atuais, dois novos consoles prometem balançar o mundo dos games (e do trio de gigantes Microsoft, Sony e Nintendo).

O primeiro, OUYA, foi financiado pelo Kickstarter e só estará disponível nas lojas em Junho. Mas quem pagou pra ver pronto, no site, já está recebendo o seu. O grande lance do OUYA é que ele é totalmente aberto, atendendo a um público de gamers cada vez maior (e quase completamente esquecido).

Por ser totalmente aberto (ele roda em Android), o OUYA permite que qualquer pessoa possa produzir conteúdo, que tu possa hackear e personalizar teu próprio console e, inclusive, se tu quiser mudar as cores/design, eles disponibilizaram o blueprint para impressoras 3D.

Um dos problemas atuais desse queridão é que ele é mais próximo de um smartphone do que de um videogame como conhecemos. Segundo o The Verge, ainda que rode todos os jogos de Android, a maioria é feita para jogar na tela do smartphone. E ninguém quer ficar jogando Angry Birds na TV, né.

Claro, com esse tipo de abertura, podemos também ser positivos e esperar uma avalanche de games indie queridíssimos. E foi isso que eu escolhi fazer. Heheheh.

Outra coisa bem direta é o controle, que não usa o já clássico A, B, X, Y (no lugar rola um OUYA, onde o A vira o B e já posso ver todo mundo saindo do jogo quando queria pular).

O console, que custará APENAS U$99, foi criado pela Julie Uhrman (IGN)  e tem design do Yves Béhar.

O segundo, que ficou conhecido pela alcunha de caixinha do Steam (ou Steam Box, pros americanizados), atende agora pelo nome de Piston.

O anúncio de que a caixinha não tem mais nenhuma relação com a Valve, que pagou pelas fases iniciais de desenvolvimento, frustrou muita gente. O que rola é que estamos acostumados a esperar grandes inovações da Valve, mas esquecemos de pensar que esse rompimento vai ter muitos pontos positivos. Um deles é que ela rodara outros serviços de games, como Origin e Gaikai (ou seja, mais aberta e universal no seu conteúdo).

Alias, fontes secretas dizem que a Valve estaria desenvolvendo seu próprio Steam Box. É esperar pra ver.

Claro, pelo preço (U$999) vai ter gente preferindo continuar com sua Steam Box caseira, (que é basicamente ligar o PC na TV). Mas, além desse tipo de configuração ser restrito ao pessoal mais fanático, a caixinha não foge da ideia de console, que é ter um computador foda só dedicado aos games. E agrega mais alguns valores, como portabilidade.

Pelo milhão de entradas na parte traseira do console, notamos que, obviamente a caixinha pode ser usada como um “centro de entretenimento”. Mas quem precisaria de mais entretenimento que jogos com gráficos foda saindo de uma caixa minúscula? Ai vocês, ein.

De toda forma, além de serem visualmente muito similares, quase minimalistas, tanto a OUYA quanto o Piston são frutos do Kickstarter (ainda que o Piston tenha fracassado). E ambos tentam fugir do modelo atual onde console é console. Rodando Android ou Windows, a abertura tem tudo para favorecer todos que gostam de games e, como tal, são viciados em novidades.

(e os que, como eu, estavam meio frustrados com os lançamentos da próxima geração).

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Games
27 de março de 2013 por pontoeletronico

Super Sale: Indie Steam

Nosso amigo Yusanã Mignoni fez um belo TOP 5 de dicas do que comprar na super promoção de jogos independentes do Steam e não resistimos em dividir com vocês. Pra quem se interessou mas não sabe bem por onde começar, sugerimos o documentário Indie GameAproveitem!

A Steam está com uma baita promoção até dia 29 nos seus jogos indies e eu, como entusiasta do gênero, resolvi fazer essa listinha de recomendações. Jogos indies são legais, baratos, não poluem o meio ambiente e te fazem uma pessoa melhor. Só coloquei jogos que eu realmente joguei e gostei, nada de “ouvi dizer que é bom”. Segue lá:

Hotline Miami

Já recomendei antes. Comprei, comecei a jogar às sete horas da noite e só parei às três horas da manhã, depois de ter terminado o jogo e o epílogo. Foi uma experiência tipo misturar cocaína com LSD. Recomendo.

FTL: Faster Than Light

É um jogo incrivelmente difícil, roguelike puro – daqueles que se morreu tem que começar tudo de novo. Rolou tipo o que aconteceu com o Hotline Miami: um amigo me apresentou no domingo e eu joguei a segunda feira toda até terminar (obviamente tirando um print da tela final pra mostrar minha superioridade já que eu tinha terminado o jogo e ele ainda não). O melhor é que a vontade de jogar ainda não passou porque o jogo vai abrindo novas naves e novas armas. Replay value do caralho.

Dungeons of Dredmor Complete

Nunca morri tanto num jogo. E admito que este é um jogo que ainda não consegui chegar nem perto de terminar. Roguelike maldito com tantas maneiras de jogar que o seu cérebro dá um nó. Estou com um personagem no sétimo nível da dungeon há duas semanas e tenho medo de carregar o save, morrer e ter que começar de novo.

Legend of Grimrock

Também de dungeons, mas o foco nesse aqui são os (magníficos) puzzles. É um dos mais desafiadores jogos desta lista. Tem que jogar fazendo anotações e estar sempre preparado pra cair numa armadilha e ser currado por aranhas gigantes.

Amanita Collection (Machinarium, Botanicula e Samorost 2)

Ok, depois de 4 recomendações de jogos difíceis, um packzinho com os jogos do gênero mais bonito que já existiu: adventures point and click. Achei o Botanicula meio infantil (apensar de bonito) e o Samorost 2 é curto, mas o Machinarium é uma das maiores obras de arte dos últimos anos.

É isso.

Yusanã Mignoni é colaborador eventual do Ponto e amante de jogos, especialmente os independentes (e um queridão).

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Arte, Games
21 de março de 2013 por marimessias

Play!

Dia 25 de março, a fachada do edifício da Fiesp (na Paulista, em SP) vai se transformar em uma galeria para a exposição PLAY!

Com seis instalações (3 delas interativas!) de artistas contemporâneos, a exposição fica ON até dia 7 de abril e vale muito conferir!

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