Nossa empresa irmã, a LiveAD, quer potencializar a arrecadação de agasalhos nesse inverno com auxilio do Instagram. Para participar da campanha basta seguir os passos abaixo:
1 – Escolha uma caixa (vale qualquer caixa, mas lembre que várias peças vão ter que caber lá dentro!);
2 – Tire uma foto da caixa vazia;
3 – Compartilhe-a no seu Instagram com a hashtag #amornacaixa (vale também escrever na descrição um texto explicando para os seus seguidores o que é o projeto);
4 – Torne o número de likes que a sua foto receber no Instagram numa meta de arrecadação. Ou seja, quem receber 30 likes na foto, deve tomar como meta juntar 30
peças para a campanha.
Depois disso, todas as fotos marcadas com #amornacaixa também vão aparecer no site do projeto, onde também rolam dicas de instituições e locais de arrecadação (mas a ideia é que cada um faça a sua, aumentando o número de caixas e doações).
Cumprida a meta, a proposta é que todos postem uma foto da caixa cheia no Instagram, com a mesma hashtag e com a meta e o número atingido.
São Paulo sempre foi uma cidade árida para seus habitantes, repleta de não-lugares como rodovias e edificações no lugar de praças e espaços de convívio, um ambiente mais lembrado por seus carros do que pelo seu povo. No entanto, nos últimos anos a metrópole tem vivido um grande movimento de apropriação da cidade. Festivais, manifestações, debates e outros eventos têm sido criados com o objetivo de estimular as pessoas a interagir, modificar e redescobrir, uma vontade coletiva de transformar a relação entre pessoas e espaço urbano.
foto Danilo Verpa/Folhapress
Em primeiro lugar, é impressionante como o povo historicamente passivo e de baixa participação política que somos é quem vem impulsionando esta mudança. Em segundo lugar, o mais instigante é que tudo isso tem acontecido por meio de um novo jeito de agir. No lugar de um tom excessivamente sério ou violento, as pessoas escolheram a descontração, criando atos que mais parecem festas do que protestos.
foto Victor Moriyama / Folhapress
Se os crews de Grafitti deram o primeiro passo nessa direção, hoje vemos bikers e skatistas por toda a cidade, além de manifestações maiores como o Existe Amor em SP, Festival Baixo Centro, Ocupa Largo da Batata, feiras gastronômicas de rua como o Mercado e, principalmente, a Virada Cultural. Dessa forma, aos poucos as ruas se tornaram espaço para conviver, aprender e até dançar.
Esse movimento também se materializa em pequenos gestos como o Microrroteiros da Cidade, projeto para espalhar a poesia e a imaginação pelo cotidiano das pessoas através de cartazes com cenas bem curtas, pequenos roteiros de até 140 caracteres. Claro que esse é um movimento que não é restrito a SP. Exemplo claro é o Que Ônibus Passa Aqui?, projeto com o objetivo de colar adesivos em pontos de ônibus para informar as linhas que passam em cada uma deles. Simples e efetivo.
foto: ultimosegundo
Ou mesmo a Revolução dos Porcos, projeto colaborativo iniciado pela itsNOON em 2012 para incentivar os habitantes de São Paulo a gerar ideias para melhorar a vida na cidade.
O que une essas manifestações, das grandes iniciativas aos pequenos gestos, é o desejo que paira no ar por explorar, modificar e até hackear a cidade. Alinhado ao poder da tecnologia, esse desejo gera uma nova energia social que, mesmo que não passe de clicktivismo [ou ativismo de Facebook] em grande parte dos casos, tem o poder de transformar o nosso cotidiano. Nesse senttido, temos duas ótimas notícias: ainda há muito o que fazer e pequenas ideias podem surtir grandes impactos nessa cidade que tem finalmente encontrado um espírito de equipe. Ainda não somos 11 milhões de agentes, mas quem sabe não chegamos lá?!
Hoje começamos a SOS SP, uma semana especial dedicada à cidade que faz ‘alguma coisa acontecer no nosso coração mesmo com a dura poesia concreta de suas esquinas’. Para dar esse pontapé inicial, queremos divulgar a iniciativa do Lab-SP (by Instituto Escola São Paulo) com o projeto Augusta ComVida.
A iniciativa está no Catarse e tem o propósito de gerar transformações que estimulem o convívio e a ocupação urbana, e nos façam lembrar que as ruas não são apenas um lugar de passagem. A ambição dos caras é criar um corredor verde na Augusta, trazer mobiliários urbanos, instalações sonoras e momentos de celebração onde todos estarão convidados a trazer suas próprias ideias de ocupação.
Pense com carinho em colaborar e divulgar, pois a intenção é incrível e faltam apenas 5 dias para encerrar o prazo.
Accessibility View é um aplicativo em desenvolvimento que vai usar Google Maps e Street View para ajudar portadores de deficiência a encontrarem uma rota que suporte cadeiras de rodas na cidade de São Paulo.
Olha que iniciativa incrível do Instituto Mobilidade Verde e do Movimento de Pessoas em Situação de Rua. Juntos eles criaram um serviço de empréstimo de bicicletas em SP, para quem não tem dinheiro para pagar transporte público.
A idéia é facilitar a vida das pessoas em situação de rua, especialmente na hora de conseguir um emprego. Se tu, por exemplo, voltou a trabalhar e só vai receber no próximo mês, é só te cadastrar, pegar a bike emprestada e devolver quando começar a receber. Depois de devolvida, a história segue seu ciclo e a bicicleta é emprestada pra outra pessoa que precise.
O projeto, que aceita doações de bikes, se chama Pedal Social e tu pode ler mais sobre ele aqui.
Quatro iniciativas para lembrar como o ser humano, de vez em quando, acerta.
O Robson Mendonça, do Alegrete, é um sujeito com uma história muito foda mesmo.
Ele perdeu a mulher e os filhos em um acidente e acabou indo morar na rua por seis anos. A única coisa que deixava os dias dele mais felizes era ler, mas nenhuma biblioteca emprestava livros, já que ele não tinha endereço fixo. Por isso ele começou a alimentar o desejo de melhorar de vida e fazer algo pelos leitores das ruas.
Em 2003 o Robson saiu das ruas e criou o projeto da Bicicloteca, uma biblioteca itinerante, em uma bicicleta, onde os moradores de rua podem pegar livros emprestados.
Criado para uma livraria de Toronto, no Canadá, o Biblio-Mat é como uma máquina de refrigerante que, por dois dólares canadenses, libera um livro aleatoriamente. Cada livro é uma surpresa e nenhum livro se repete.
Entusiastas da leitura de Bogotá não precisa se preocupar com o que ler: há uns 50 quiosques-biblioteca espalhados pelos parque da cidade (e uns 100 por toda Colômbia).
Dinheiro compra felicidade? Vídeo do AsapSCIENCE explica, através de pesquisas, como a maneira que uma pessoa gasta dinheiro influencia mais na felicidade do que quanto dinheiro ela tem.
Sempre quis fazer isso de dar presente de Natal pra alguma criança que enviou cartinha pro Papai Noel, mas tinha vergonha e preguiça de ir no correio pedir isso (um medo do cara do correio me achar estranho e dizer ‘não, tu não’). Queria fazer em parte porque é massa ajudar os outros e em parte porque sempre quis ler uma carta de uma criança que acredita no Papai Noel, costumam ser bonitas e ensinar algumas coisas. Enfim, agora dá pra ajudar as crianças de Porto Alegre através desse site. Massa, né?
Só temos mais um dia para financiar o “Pinheirinho, um ano depois”, projeto de documentário sobre a vida das famílias da comunidade do Pinheirinho no decorrer do ano após a reintegração de posse realizada pela Polícia Militar em janeiro desse ano. Corre lá e apoia o projeto!
Imagino que vocês já tenham lido a carta da comunidade Guarani Kaiowa. Se esse não for o caso, não deixe de ler para poupar seu humor. Sim é uma situação terrível, vai te deixar abalado por um bom tempo, mas qual o sentido de se poupar as custas da própria dignidade, né. E já que estamos aqui, sugiro que tu assine essa petição, pra chamar atenção pra situação.
Dito isto, ontem de noite (enquanto eu tentava dormir e fracassava) foi criada a página de Facebook dos Quadrinhos Guaranis, que é um manifesto artístico onde um coletivo com o máximo possível de artistas se propõe a mostrar ao mundo essa realidade terrível e absurda dos Guaranis.
A página convida todo mundo a participar com idéias, sugestões e divulgando. Os primeiros desenhos são do foda do Odyr Bernardi, aí em cima. E tem muito mais por vir.