Apesar do que possa parecer, a semana não foi fácil pra ninguém.
As mulheres, por exemplo, foram obrigadas a lidar com coisas como Mulher Magnética e com a noção de que os relacionamentos continuam sendo abalados pelo fato de elas ganharem mais.
Pra piorar, o Estatuto do Nasciturno foi aprovado na Comissão de Finanças. Enquanto isso, no Uruguai o número de abortos diminuiu depois da descriminalização.
Também foi uma semana difícil para os jornalistas, que sofreram demissões em massa na Record e no alemão Financial Times. E, dizem, o futuro não poupará a Abril.
Além disso, essa semana começou o julgamento do Bradley Manning (vai durar uns 3 meses), soldado responsável pela grande parte dos leaks do Wikileaks. Manning foi eleito personalidade do ano no Guardian e foi indicado ao Nobel pela terceira vez este ano. Ele recebeu apoio de celebridades, em um vídeo polêmico e, claro, de Julian Assange que considera o julgamento totalmente encenado.
No trânsito, Marcelo Rubens Paiva sofre bullying municipal e Thor Batista é condenado por morte de ciclista.
Votação da “Cura Gay” é adiada.
Torres de celular disfarçadas de árvores.
EUA tem acesso direto aos servidores do Google, do Facebook e da Apple.
Mais protestos, na Turquia e pelo Brasil. Sobre isso, Zizek comenta o que une os manifestantes do mundo todo.
Felipe Milanez aborda a nova “guerra justa” aos índios.
Marília Coutinho fala sobre seios (e peitos).
Michel Laub fala da morte (e vida) dos sentimentos. E se tu já estiver te sentindo ternurinha: Coca Cola cria uma latinha para dois.
As 10 montanhas-russas mais foda do planeta!













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