#TRUEGEN TALK. Conversamos com alguns dos colaboradores do próximo vídeo geracional da BOX1824

 

Tivemos uma conversa de fim de tarde com alguns dos colaboradores do novo vídeo geracional, que será lançado logo mais pela Box1824. Falamos um pouco das características e comportamentos da geração Z a partir da ótica deles e como avaliavam essas tags. Participaram da conversa: @samurr, @yaminaheixo, @luizadealexandre, @volobodo. Segue o Baile! Ponto Eletrônico: Sobre…

Mercado de identidades e o real valor dos micro-influenciadores

 

Todos sabem que o que compartilhamos na internet são versões editadas, curadas e filtradas de nós mesmos. Versões idealizadas. Viramos uma ideia. O problema é que, muitas vezes, essa ideia sequer é quem gostaríamos realmente de ser, e sim quem imaginamos que nossos seguidores gostariam que fôssemos. Essa distorção é o que chamamos de personal branding. Cria-se, a partir das redes, um mercado de identidades, onde em vez de compartilharmos quem somos, vendemos quem somos.

Conservadores, migrantes e nativos: as gerações e a internet

 

Atualmente, seis gerações convivem na nossa sociedade ocidental. Cada uma delas é influenciada por contextos — social, político, econômico, ambiental e tecnológico — que impactam diretamente em como irá se expressar. Um marco histórico, no entanto, mudou como todos se comportam e, inclusive, como nosso sistema cognitivo se constrói: a internet.

O mito da geração empreendedora

 

Aos millennials foi dada a tarefa de consertar tudo o que estava errado — em um toque de mágica, essa geração seria capaz de inovar como nunca. Mas o que se descobriu nos últimos anos é que nunca uma geração empreendeu menos que os nascidos no fim dos anos 1980 e metade dos anos 1990. O que deu errado?

Identidades e normas: como atingir a potencialidade de não ser

 

Hoje em dia se fala muito sobre identidade de gênero, mas também existem identidades ligadas à classe social e econômica, raça, consumo, nacionalidade, sexualidade e muitas outras. Não existe uma identidade única e sim um quebra-cabeça que acaba por criar o que chamamos de “EU”: diversas identidades que nos segmentam e enquadram. Para emancipar o ser humano é necessário reavaliar tudo aquilo que, muitas vezes, não damos como determinante à construção da identidade.

Ídolos reinventados: influenciadores digitais e representatividade

 

Ídolos mudam de geração para geração. Nesta, chegamos aos digital influencers, que são famosos, às vezes, apenas por ter um corpo bonito ou uma vida invejável. Porém a imagem esgota-se em si mesma, contaminando não só quem a adora, mas também quem a produz. Youtubers e Instagrammers ativistas despontam como novos ídolos, espalhando, além da imagem, mensagem.

Desclassificar para enxergar: entendendo as reais motivações do mercado

 

Consumidores complexos e paradoxais estão fazendo as empresas repensarem suas formas de segmentar o mercado. Assim como acontece com o gênero e a faixa etária, a classificação não se limita apenas à classe social ou ao poder econômico. “Desclassificar” é olhar para dentro das pessoas buscando entender suas reais motivações. Só assim será possível agrupá-las: por afinidade.

NORMCORE não é o que você pensa – menos ainda o que você veste!

 

NORMCORE não é uma teoria geracional, nem uma bandeira, nem um fenômeno cultural de larga escala. Não é uma TEORIA nem um MOVIMENTO. NORMCORE é, antes de qualquer outra coisa, uma NOÇÃO. Um sentimento de empatia e uma sutil opinião sobre o que nós humanos estamos vivendo nestes tempos atuais. Posso dizer como um dos participantes da criação deste conceito que, um ano passado o hype do NORMCORE, pouco se compreendeu sobre essa NOÇÃO cultural.

O fim da norma e as 3 mortes da pesquisa comportamental

 

O que acontece quando as fronteiras demográficas não são mais suficientes para classificar um perfil de consumidor? Como prever comportamentos de uma geração cada vez mais fluída? Para a eficácia de uma metodologia de pesquisa, é preciso enxergar além da hierarquia do “normal”. A norma morreu e, com isso, deixa de fazer sentido a classificação por gênero, idade ou classe social.

Transcendendo a idade: juventude empoderadora

 

Seriedade e competência não são coisa de adulto. Energia e espontaneidade não são coisa de moleque. Acostume-se: estereótipos de idade não representam o mundo contemporâneo. Na mídia, na moda e na música, adolescentes aparecem não mais como símbolos de inexperiência, mas como ícones personalidade.

Morte da idade declarada pela moda

 

A rapidez das mudanças no comportamento humano torna confuso o conceito de geração e dificulta a estabelecer os cortes de sua linha do tempo. A juventude tem deixado de ser uma inspiração inquestionável, excluindo a idade da pauta contemporânea. Mais do que uma tentativa de inclusão, existe por trás deste fenômeno uma questão mercadológica: este consumidor existe, e há dinheiro para ser feito.