Arquivos de: marimessias

Design
21 de maio de 2013 por marimessias

Design 2D

Wireflow explora diferentes estruturas geométricas, misturando 2D e 3D, numa série de luminárias minimalistas. Criadas pelo designer francês Arik Levy, em parceria com a empresa espanhola VIBIA, as estruturas de arame com LED lembram desenhos suspensos.

Na mesma vibe, uma nova série de telas do estúdio de design japonês YOY funciona tanto como pintura 2D quanto como um móvel 3D, onde é possível sentar confortavelmente.

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Comportamento, Comunicação
20 de maio de 2013 por marimessias

Beardvertising

Homens com barbas épicas podem tentar renda extra através do Beardvertising, um serviço de mini outdoors em… é, barbas.

Sem mentira. A ideia foi da Lexington, uma agência do Kentucky e já tem até alguns clientes, como A&WEagle One.

O motivo? Segundo o criador, Whit Hiler: “Todos amam barbas”.

Te interessou? Rola ler mais sobre aqui.

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Nada a Ver
17 de maio de 2013 por marimessias

Melhores links da semana

Angelina Jolie fala sobre sua decisão de fazer uma mastectomia preventiva, alavanca a bolsa, gera debate e vira capa da Time Magazine.

CNJ aprova lei que torna obrigatória a realização do casamento civil igualitário em todo país. Na França, Conselho Constitucional aprova lei do casamento entre pessoas de mesmo sexo. Já na internet, George Takei, de Star Trek, zomba dos fãs do casamento “tradicional”.

Revoltados com o comentário preconceituoso de CEO da Abercrombie, pessoas do mundo inteiro se unem em campanha para doação de roupas da marca para moradores de rua. Alias, censo afirma que a maioria da população de rua do Rio de Janeiro não usa álcool nem drogas.

Jovem de 24 anos morre de tanto trabalhar (!) na Ogilvy & Mather da China.

Bolsonaro vira notícia por querer pescar em estação ecológica (de sunga branca). Por outro lado, Tumblr mostra que até sustentabilidade pode horrível.

Comentário sobre a possibilidade de um Golpe Comunista no Brasil vira piadaevento de Facebook e notícia.

Especialista afirma que o país já tem mais de 150 mil neonazistas.

João Gilberto perde batalha judicial para reaver sua obra, em posse da EMI.

Tim Berners-Lee afirma que a aprovação do Marco Civil colocaria o Brasil em um papel de liderança tecnológica mundial. Mais ou menos o mesmo que Rick Falkvinge falou durante o FISL do ano passado.

Em entrevista, Cory Doctorow diz que a fórmula secreta do Boing Boing é falar apaixonadamente sobre o que se gosta.

 

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Comportamento
17 de maio de 2013 por marimessias

A horta do CCSP

Quem passa apressado pela 23 de Maio nem imagina que ali tão perto daquele mundo de asfalto e concreto brota uma horta. Sobre o jardim suspenso no Centro Cultural São Paulo estão canteiros de alface, rúcula, beterraba, brócolis,  alecrim e mirra. Tem também confrei, babosa, chuchus beleza e muitas outras mudas que crescem jogando um pouco de verde sobre a cidade tão cinza.

Participei de parte do processo de criação da horta, que nasceu das mãos de pessoas da rede Hortelões Urbanos e do CCSP.

Peguei carona na iniciativa que começou em Setembro de 2012 e, depois de várias reuniões, umas burocracias, um projeto e muito trabalho coletivo, vimos a horta nascer em um mutirão que rolou no dia 28/04 desse ano.

A horta não é a primeira e nem a única da cidade. Outras iniciativas se espalham por aí: Horta das Corujas na Vila Madalena, Ciclista na Paulista, Vila Anglo na Pompéia, o maravilhoso projeto Cidade sem fome na ZL e as muitas outras hortas que ocupam canteiros em escolas, prédios e vasinhos pendurados na janela.

Cada uma com seus motivos e finalidades diferentes. A horta do CCSP não serve pra alimentar ninguém (ainda). Aliás a pequena produção será destinada aos voluntários que se revezam pra cuidar dela e pra eventuais transeuntes que queiram beliscar alguma delícia (já que o CCSP é um espaço público e qualquer um pode colher um tomate se quiser!)

Pra mim foi a paixão pela cozinha (e pelos ingredientes que uso pra cozinhar) que me fez querer estar mais perto da produção das coisas que como (o que é cada vez mais difícil hoje). Apesar da produção simbólica, o trabalho na horta faz a gente repensar muita coisa sobre a indústria do alimento e as esquisitices que aceitamos goela abaixo todos os dias. Além do mais, projetos de hortas em escolas de São Paulo mostram que as crianças que se envolvem na produção do próprio alimento fazem muito menos cara feia pras beterrabas e escarolas do que as outras!

Mas não é só de comida que se trata uma horta. Projetos como o da Horta das Corujas são incríveis por que funcionam como um incentivo pra que pessoas se conheçam, ocupem espaços vazios, requalifiquem áreas e repensem a maneira como a gente se relaciona com a cidade.

Não estamos sozinhos nessa. Movimentos verdes aparecem com força em várias cidades do mundo, com alguns casos bem emblemáticos, como o da Cidade de Detroit que viu hortas tomarem conta de espaços degradados, anos depois de uma forte depressão econômica. (Urban Roots).

A articulação e o trabalho coletivo em torno das hortas é um janela pra que as pessoas comecem a se preocupar e participar das políticas de urbanismo na cidade. Muitos começam discutindo a implantação de uma horta no bairro e logo percebem que podem (e devem) participar nas decisões políticas. Movimentos como esse abrem caminho pra que as pessoas pensem mais sobre a cidade e abrem portas pra participação de pessoas comuns na política.

Além disso, ainda tem o enorme prazer que é cuidar das plantas ver vida onde antes não tinha nada.

A abertura oficial da Horta do CCSP vai ser na Virada Sustentável. Vai rolar um coquetel com especiarias da própria horta, exibição de filmes sobre agricultura urbana e alguma oficina que ainda não sabemos! Vem!

(O Guilherme Borducchi escreveu pra gente sobre sua experiência com hortas urbanas de SP)

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Comportamento, Design
17 de maio de 2013 por marimessias

O Rio de Janeiro continua lindo

Uma coisa que tenho acompanhado é que a cidade está se conectando mais, as obras estão permitindo as pessoas a explorarem os lugares, irem além do que elas já conhecem…bom exemplo é o Parque de Madureira e o resgate dessa área da cidade, tão importante culturalmente. Outro ponto também é a integração asfalto x morro. Já aprendemos a tirar o que o Rio tem de melhor dessas mudanças, mas com certeza ainda há muito a se fazer e espero que, como em outras cidades, os cariocas se mobilizem ainda mais.

A revitalização do centro faz a gente pensar em como o urbanismo, além da arquitetura, também é importante e até mais importante do que expandir a cidade é concentrar as obras nas áreas já consolidadas.

Não podemos esquecer de pensar como vai ser essa cidade depois dos jogos, daqui a 30,40 anos. Planejar essa revitalização de forma que isso vá beneficiar a cidade a longo prazo.

(Carol Althaller é pesquisadora de tendencias carioca e vive na ponte aérea  Ela nos deu sua opinião de carioca sobre o que vem mudando no RJ – e o que ainda pode mudar)

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Goody
16 de maio de 2013 por marimessias

#amornacaixa

Nossa empresa irmã, a LiveAD, quer potencializar a arrecadação de agasalhos nesse inverno com auxilio do Instagram. Para participar da campanha basta seguir os passos abaixo:

1 – Escolha uma caixa (vale qualquer caixa, mas lembre que várias peças vão ter que caber lá dentro!);
2 – Tire uma foto da caixa vazia;
3 – Compartilhe-a no seu Instagram com a hashtag #amornacaixa (vale também escrever na descrição um texto explicando para os seus seguidores o que é o projeto);
4 – Torne o número de likes que a sua foto receber no Instagram numa meta de arrecadação. Ou seja, quem receber 30 likes na foto, deve tomar como meta juntar 30
peças para a campanha.

Depois disso, todas as fotos marcadas com #amornacaixa também vão aparecer no site do projeto, onde também rolam dicas de instituições e locais de arrecadação (mas a ideia é que cada um faça a sua, aumentando o número de caixas e doações).

Cumprida a meta, a proposta é que todos postem uma foto da caixa cheia no Instagram, com a mesma hashtag e com a meta e o número atingido.

A campanha vai até o dia 15 de junho.

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Arte
16 de maio de 2013 por marimessias

Apagão

Tomamos algumas coisas como certas, sem sequer notar seu valor até que tenhamos perdido elas. Uma dessas coisas é a energia elétrica.

E eu posso dizer isso com certeza, já que logo que decidi morar sozinha, quando ainda estava na faculdade e sobrevivia com o que ganhava em estágios, minha luz era cortada todo dia 15, o que me rendia sempre meio mês vivendo no escuro, sem computador, televisão, videogame, nem a possibilidade de ler depois de certo horário.

Se uma casa sem luz é puro horror, imagina uma cidade.

Essa é a premissa da HQ Apagão – Cidade Sem Lei/Luz, onde um blecaute misterioso transforma a cidade de São Paulo em um território inóspito e perigoso, tomado por gangues.

Mas nem tudo é horror, já que, no meio a esse caos, um grupo conhecido como Macacos Urbanos tenta proteger a população. Os Macacos Urbanos são órfãos adotados pelo visionário Apoema, que os treinou nas artes das ruas: le parkour, skate, capoeira, grafite, sobrevivência e agricultura.

Massa, né? Então saiba que quem curtiu a vibe de uma São Paulo pós apocalíptica pode ajudar a financiar a idéia no Catarse e, em troca, ganhar a revista e mais mil contrapartidas legais.

Se tu ainda tá em dúvida, vale dizer que o roteiro da HQ está sendo escrito pelo Raphael Fernandes, editor da MAD, do blog Contraversão, da linha de quadrinhos da Editora Draco e autor de Ditadura No Ar e Ida e Volta. Os desenhos lindões são do Camaleão, que é caricaturista, ilustrador, trabalha na MAD e já participou da  Imaginários em Quadrinhos.

Então bora ajudar essa ideia a se tornar realidade. E bora aprender a valorizar (e economizar) a tão preciosa luz.

 

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Ponto Entrevista
15 de maio de 2013 por marimessias

Ponto Entrevista: Courrieros

Courrieros é uma empresa de entrega de São Paulo que só utiliza bicicletas. Além do serviço incrível, que conta com um rastreamento real time, o sucesso que eles tem feito também tem uma motivação muito legal.

Mais que só um meio, o serviço prestado é uma escolha consciente, feita por uma galera que leva as bikes a sério e quer mudar o retrato atual da mobilidade brasileira.

Bora ouvir o que eles tem pra dizer e aprender, então.

Nossa aceitação até agora se deve exatamente a essa combinação de fatores, a surpreendente agilidade das bikes no transito de São Paulo e a conscientização das pessoas de que estamos nos aproximando de um ponto crítico, a cidade já não dispõe de espaço para continuar nesse ritmo.

PE – Todos que trabalham no Courrieros são cicloativistas? A idéia era conciliar trabalho com responsabilidade social e ambiental?

Nem todos, mas todos tem consciência da importância do trabalho que desenvolvem e do Impacto que este pode vir a ter fora da esfera da empresa. A Courrieros esta frequentemente envolvida em discussões  reuniões e eventos relacionados à sustentabilidade, transporte urbano e bicicleta.

Temos a consciência de que nossos ciclistas passam o dia todo na rua e tem, portanto, a responsabilidade de agir de forma responsável tanto por eles como em nome de todos os demais ciclistas de São Paulo. Eles são exemplos e representam toda uma categoria de indivíduos que ainda enfrentam algumas barreiras advindas de um preconceito histórico inerente a um tumultuado centro econômico.

Sim, a Courrieros já nasceu diferente das outras pois suas metas vao muito alem da mera sobrevivência econômica  o sonho sempre foi o de conseguir dar algo de volta a essa sociedade que ja nos deu tanto. A Ecolivery Courrieros é nossa face frente a sociedade, ela dá voz aos milhares de ciclistas individuais que circulam silenciosamente pelas nossas ruas. Através da Courrieros temos a oportunidade de ajudar a desenvolver pessoas de bem que muitas vezes nao tem a devida oportunidade à um futuro mais digno, incentivamos o estudo, a cultura e o desenvolvimento pessoal e profissional de cada um dos nossos; é através da Courrieros que vemos a possibilidade de conscientizar e humanizar um pouco mais a sociedade na qual vivemos.

PE- Vocês esperavam tanto sucesso? O que vocês acham que ajudou nesse sucesso: as pessoas estão mais preocupadas com o mundo ou as bikes são mais ágeis no transito caótico de SP?

Sabíamos do enorme potencial de um negocio como esse em São Paulo, mas é difícil esperar qualquer coisa uma vez que estamos sujeitos a tantas variáveis conhecidas e desconhecidas.

Nossa aceitação até agora se deve exatamente a essa combinação de fatores, a surpreendente agilidade das bikes no transito de São Paulo e a conscientização das pessoas de que estamos nos aproximando de um ponto crítico, a cidade já não dispõe de espaço para continuar nesse ritmo.

O paulistano perde em média 2 horas e meia por dia no transito, precisamos de uma alternativa mais viável, econômica, saudável e rápida.

PE – SP está pronto para a realidade de que bicicletas são um meio de transporte? Por quê? O que falta? Como podemos melhorar o trânsito, diariamente?

Ainda não, as bikes começaram a entrar em São Paulo com mais força nos últimos 5 anos e se depararam com uma realidade bastante hostil. Transito intenso, falta de espaço  um distanciamento interpessoal que impossibilita as pessoal de se colocarem no lugar do próximo  e como consequência é uma cidade que sofre da falta de solidariedade entre seus co-cidadãos.

O que falta? Falta essa consciência  esse respeito com o próximo,  falta infra estrutura, locais adequados para a circulação de bikes, que possibilitem o acesso aos mais distantes pontos da cidade sem a necessidade de dividir espaço com os carros e caminhões.

Um primeiro passo é aprender a amar e respeitar ao próximo  é enxergar a você mesmo nos olhos de um outro qualquer, é trazer para nossa realidade a ideia de que “Gentileza gera Gentileza”. Isso já bastaria.

PE- O mundo está cheio de exemplos incríveis de diferentes formas de mobilidade urbana. Vocês tem alguns favoritos, inspiracionais?

O metro de Nova Iorque, as ciclovias em Amsterdam, os trens na Alemanha e os ônibus em Copenhague  O mundo está cheio de bons exemplos, cada um adaptado a realidade do local onde se encontra, mas todos muito eficazes e com enormes impactos sociais e ambientais.

PE- Em um futuro distante, o que vocês gostariam de ver nas ruas das cidades brasileiras?

Nas ruas gostaríamos de ver ciclovias como em Amsterdam. Ruas limpas e seguras, motoristas solidários, um ar mais limpo e uma cidade muito mais humana.

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Infográficos
13 de maio de 2013 por marimessias

Ocupa SP

Hoje inauguramos SOS SP, nossa semana especial sobre São Paulo. Durante toda a semana, que termina lá com a Virada Cultural, vamos falar dos processos de reapropriação (de hortas coletivas até arte de rua), de inclusão e de exclusão pelos quais a cidade vem passando.

E, se vocês me perguntarem, não tem como começar essa semana de um jeito mais legal do que com esse lindo infográfico, que tem arte da incrível da Niege Borges e consultoria de conteúdo do mestrando em Arquitetura e Urbanismo, Felipe Pissardo.

No infográfico percorremos a história das ruas de SP, do começo ao meio (como diria meu pai).  Então bora lá, e uma boa semana pra todos nós.

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Nada a Ver
10 de maio de 2013 por marimessias

Links da semana

Paul Miller conta  como foi ficar um ano sem usar internet  e Pedro Burgos comenta o experimento.

Time Magazine chama Millennials de Me Me Me Generations e Atlantic Wire rebate: todas as gerações são.

 Redatora-chefe da Marie Claire fala sobre aborto e gravidez consciente.

Gabor Maté fala sobre vício de um jeito bem diferente (no Congresso Internacional sobre Drogas, que aconteceu em Brasília) e Carta Capital entra pro debate.

O pessoal do Porto dos Fundos garante que não liga pro público conservador.

Justiça suspende ordem de reintegração de posse em Belo Monte e mantém o debate sobre os direitos indígenas.

Ronaldo Bressane fala sobre a revolta das caxirolas.

Daniel Pellizzari divide suas cinco notas sobre a franqueza.

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