Troca de valores

Sociedade

O homem foi tirado da posição de centro do desenvolvimento e muitas das relações humanas viraram comerciais. Vivemos mergulhados no consumismo e a individualidade se tornou a nova bandeira de liberdade (ou seria da propaganda?). Por mais que possamos acreditar que evoluímos muito desde os primórdios, a sensação é a de que crescemos muito pouco quando o assunto é consciência. E já está na hora de fazer esse exercício.

Wearables: tecnologia sensível à moda

Tecnologia

Em um mundo dominado pela metrificação, os wearables estão fazendo diferente, criando conteúdo de qualidade através da valorização do sentimento. À medida que a tecnologia se lança em novas ambições para ser mais intuitiva, há uma movimentação natural em direção à moda. A expectativa é de que moda e tecnologia fundam-se a fim de trazer um frescor de benefício mútuo.

Transcendendo a idade: juventude empoderadora

Sociedade

Seriedade e competência não são coisa de adulto. Energia e espontaneidade não são coisa de moleque. Acostume-se: estereótipos de idade não representam o mundo contemporâneo. Na mídia, na moda e na música, adolescentes aparecem não mais como símbolos de inexperiência, mas como ícones personalidade.

Do desamor ao multiamor

Sociedade

As relações se tornaram mais flexíveis e o poliamor é uma realidade em expansão. Por ir contra valores morais tradicionais, esse tipo de relacionamento ainda gera curiosidade e repressão. O esperado, porém, é que em breve os preconceitos se desfaçam e as pessoas entendam que poliamor é mais sobre compreender o espaço um do outro do que sobre sexo.

Realidade imersiva e o futuro do pornô

Tecnologia

A interação passa a ser parte fundamental da pornografia: as pessoas querem ser protagonistas, e não apenas voyeurs de suas fantasias. Novas tecnologias estão viabilizando este estreitamento entre fantasia e interatividade, rompendo com o modo como se consome pornô e se encara sexo.

Mundo de excessos: luxo preciso

Moda

Vivemos em um mundo de excessos e nossa educação tem se voltado, cada vez mais, para o hábito de consumir. Antes de darem os primeiros passos, crianças já possuem o quarto decorado, um guarda roupa pensado para todo tipo de evento social, uma agenda tão complexa que a visita de um parente próximo só será possível em três meses. Crescem acreditando que é normal ter tudo e se tornam adultos frustrados. Essa cultura do excesso transformou tudo em vulgaridade.