Categoria: Design

Design
13 de setembro de 2013 por marimessias

Image Glitch Experiment

O artista e designer Georg Fischer criou uma ferramenta mega divertida, para corromper imagens com estilo, o Image Glitch Experiment. Pra usar é só chegar no site, fazer upload da sua foto e brincar com os efeitos disponíveis.

Aliás, se você curtir muito, aqui postamos outros dois aplicativos na mesma vibe.

Comente
Design, Goody
12 de setembro de 2013 por marimessias

Conspiração Criativa

Aplomb  é uma marca de camisetas que cansou de estampas sem sentido e artistas subvalorizados e resolveu fazer algo a respeito.

Para isso eles criaram a comunidade The Creative Conspiracy, onde escritores, poetas, pensadores e, bom, nós, podemos enviar ideias e artigos sobre assuntos que achemos relevantes, além de votar nos melhores textos que já estão la.

Os escolhidos são enviados para artistas, que os usam de inspiração para criar uma estampa maneira que vai substituir aquela tua camiseta de logo.

Além de pagar mais para os artistas, as camisetas prontas tem uma etiqueta que fala mais sobre eles, divulgando seu trabalho. A etiqueta também fala sobre o texto que deu origem a estampa.

Se tu curtiu a ideia, ajuda o Kickstarter dos caras.

 

Comente
Design
19 de agosto de 2013 por marimessias

Slow Fashion

Já falamos aqui sobre a desaceleração do Fast Fashion e o começo de um novo momento na moda. O site Zadi, que vai ao ar dia 27 de Agosto, é um bom exemplo disso.

Ele promete combater esse ciclo de consumo rápido e tudo que ele representa (feito produtos genéricos, danos ambientais e péssimas condições de trabalho) através de uma curadoria cuidadosa. Alguns dos critérios de seleção são: ser feito a mão, usar matéria-prima de alta qualidade, ser eco friendly e local.

Aguardando versão nacional ASAP.

3 Comentários
Design
08 de agosto de 2013 por marimessias

Pixel Pixel Pixel

Depois de fase #nofilter parece que a galera resolveu se render a fase #pixel com dois novos aplicativos, numa vibe Instagram.

O argentino INTIMatic, por exemplo, pixeliza o rosto das pessoas e faz uma direta referência ao anseio generalizado por mais privacidade que ta rolando. Já o Belowrez é para os amantes assumidos da estética de baixa resolução.

2 Comentários
Design
07 de agosto de 2013 por marimessias

Revista recria viagem psicodélica

O designer alemão Nick Schmidt é o responsável pela revista Trigger, que tenta reproduzir visualmente uma viagem psicodélica, enquanto presta uma homenagem aos movimentos artísticos que rolaram graças a elas.

Comente
Comportamento, Design
05 de agosto de 2013 por gabriela

O branding das construtoras e nossas cidades

Nossas cidades dizem quem somos. Nossos valores, atitudes e estilos de vida definem e são definidos pela estrutura urbana. Não é de se surpreender que muitas tentativas de solucionar problemas sociais frequentemente analisam e propõe mudanças urbanísticas, como é o caso das primeiras e mais emblemáticas mudanças urbanas: a Paris de Haussman e a Nova York de Moses.

As manifestações pelo país não exigem apenas um transporte público justo e eficiente, demonstram também uma nova atitude da população em relação às ruas. Nunca se falou tanto em ocupar a cidade e isso reflete a transferência da abordagem urbanística progressista e culturalista para um urbanismo que pensa em escala humana, algo mais próximo das ideias de Jane Jacobs. Ela escreveu o conhecido Morte e Vida das Grandes Cidades (1961) criticando o modelo urbano americano dos anos 50.

 

Se a imagem da cidade ideal se assemelhava à Brasília em larga escala com funções delimitadas por áreas ou, posteriormente, a um condomínio fechado, onde estas funções se limitam a uma elite, hoje a utopia de cidade pensa em escala humana: sonha com pessoas na rua e não confinadas no espaço privado. Pensa em bairros que abrigam diferentes tipos de construções com diferentes funções para que as ruas tenham sempre olhos a vigiando, cria condições propícias para que a rua não seja apenas um espaço de passagem, mas um lugar de convivência.

O branding de muitas construtoras se atenta a essa corrente de pensamento. É comum ver grandes obras imobiliárias ostentando uma identidade que se apropria de códigos das ruas para conversar com este novo momento: o grafitti, a celebração da cidade, etc.

Neste cenário de conscientização sobre o espaço que vivemos, clamamos a ocupação do espaço público. Mas como fazemos isso? Não é qualquer ocupação que se alinha com as ideias de Jacobs, privilegiando as pessoas e pensando em escala humana. Muito pelo contrário, é necessário atentar-se aos movimentos que surgem neste cenário de transição.

A estética do “ocupar”, que produz imageticamente valores de bem-estar e cidadania são promovidos mesmo quando inexiste uma reflexão mais assertiva sobre a cidade, ou seja, mesmo quando se constrói muito cimento sobre o custo de especulação e desapropriação de famílias.

Sob a máscara festiva que anuncia a ocupação do espaço público, ocorre um fenômeno que Sharon Zukin chamou de “pacificação pelo capuccino”, que significa a marginalização de pessoas e cultura local em detrimento de cultura comercial de classe média. É o caso de muitos imóveis que surgem hoje na região da Rua Augusta em São Paulo, por exemplo.

Mais do que nunca, vemos construtoras se apropriando de códigos das ruas em seu branding e tentando se aproximar do público jovem que é familiarizado quase que por inercia com os ideais de Jacobs. Parecem assim se alinhar com o momento atual, porém, essa “ocupação” frequentemente vem desprovida de qualquer reflexão sobre seus impactos futuros.

O branding de muitas empresas pode absorver o espírito de ocupação, mas é preciso atentar se essa ocupação garante o direito das pessoas à cidade ou justamente o contrário. Se essa estética apenas anuncia a criação de condições para a rua como espaço de convivência ou se, na verdade, ela massacra essa possibilidade, tornando aquele espaço ideal restrito apenas no imóvel que ela vende.

2 Comentários
Comportamento, Design
15 de julho de 2013 por marimessias

Banco com vibe de restaurante

Chianti Banca se uniu aos designers da DINN! para criar uma ambientação que evocasse o espírito de um restaurante da Toscana. Nada de diferente, até aí, não fosse Chianti Banca um dos maiores bancos de crédito cooperativo na Itália (e o maior da região da… Toscana!)

A ideia deles foi criar um ambiente menos tenso, capaz de estimular confiança e intimidade, sem perder a identidade mega informal, característica do país. Pra isso, eles investiram nos materiais naturais e numa paleta de cores reconfortantes.

Comente
Design
10 de julho de 2013 por Marcella Franco

You are what you ride


Uma dupla de designers franceses e bike lovers fizeram esse site para encher nossa vida de beleza. O site é esse aqui. E esse video abaixo explica o conceito.

Comente
Design, Goody
05 de julho de 2013 por marimessias

Capacete descartável

Pensando na galera que usa bike sharing, e raramente ta de capacete, os estudantes da Royal College of Art,  Bobby PetersenTom Gottelier e Ed Thomas criaram um capacete realmente resistente, feito de polpa de celulose reciclada e biodegradável.

Aqui tem mais infos.

1 Comentário
Design
12 de junho de 2013 por marimessias

WOOD.b

Criada pelos designers franceses da BSG bikes, a WOOD.b mistura metal e madeira e foi pensada para ser uma bicicleta urbana de alta qualidade, especialmente pros amantes do esporte/estilo de vida.

Comente