O mito da geração empreendedora

 

Aos millennials foi dada a tarefa de consertar tudo o que estava errado — em um toque de mágica, essa geração seria capaz de inovar como nunca. Mas o que se descobriu nos últimos anos é que nunca uma geração empreendeu menos que os nascidos no fim dos anos 1980 e metade dos anos 1990. O que deu errado?

Transparência na cultura corporativa

 

Em um mundo dominado por notícias falsas, aquilo que se pode ver com clareza vale muito. Hoje o desejo se cria justamente sobre a honestidade e transparência. A demanda não é por empresas perfeitas, mas por empresas em que se possa confiar.

Afrofuturismo: sonho e concretização de futuros possíveis

 

Atualmente a principal questão que se apresenta aos afrodescendentes é a da representatividade. Nesta medida, o afrofuturismo oferece uma chave de entendimento que possibilita pensar um futuro com mais justiça para a população negra. É um modo de imaginar e construir futuros possíveis pela ótica cultural negra; um ponto de ligação entre imaginação, tecnologia, futuro e liberação.

Autogestão: infinita jornada à potência individual

 

Empresas que operam sem chefia vivem em eterna jornada de aprendizado individual e coletivo. A mágica dos ambientes autogeridos é permitir que cada pessoa possa ser a melhor versão de si, a partir da livre interação e colaboração. Autogestão significa ser livre para existir em toda sua potência — ninguém empodera ninguém, porque o poder já existe dentro de cada um.

Empreendedorismo consciente: impactos do protagonismo feminino

 

Devido ao sexismo, com possibilidade reduzida de crescer e chegar a cargos de tomada de decisão, mulheres encontram uma rota para unir propósito e carreira por meio do empreendedorismo. Os projetos, empresas e start-ups que elas têm criado carregam enorme potencial de transformação, o que não só gera mudanças socioambientais positivas como aquece a economia.

Moda com propósito: valores humanos conectam marca e público

 

Roupas e outros bens de consumo deixarão de ser meros objetos e irão se transformar em sujeitos para construir com as pessoas uma relação mais emocional. Mais do que nunca, a moda deverá olhar para as pessoas, hoje menos rotuláveis e previsíveis. As pulsões individuais falam mais alto do que qualquer lifestyle padronizado.

Nativos digitais no mercado de trabalho: barreiras da carga horária tradicional

 

Os primeiros nativos digitais estão no mercado de trabalho. São jovens que buscam equilíbrio entre vida pessoal e profissional — mas há uma barreira no mercado: a carga horária é a mesma do começo do século XX. Chegamos ao limite do modo de trabalhar que vem se desenvolvendo desde a revolução digital.

Mulheres unidas: dinâmicas inclusivas de trabalho

 

Inclusão e diversidade deixam de ser desejo de alguns e passam a ser necessidade de todos. Políticas de inclusão, capacitação e empoderamento, juntamente com a explosão do empreendedorismo feminino, fragilizam a barreira invisível do glass ceiling, com a promessa de finalmente estilhaçá-la.

Depois dos tempos líquidos: espiritualidade contemporânea e a busca por propósito

 

A busca contemporânea por espiritualidade é observada em hábitos cotidianos que promovem, acima de tudo, autoconhecimento. Yoga, meditação, veganismo, medicina integrativa: são práticas distantes de dogmas e próximas do encontro com o “eu” e com um propósito maior. Neste comportamento emergente, observa-se uma subversão na ordem dos “tempos líquidos”. Novos negócios escapam à logica do capitalismo e sugerem um estilo de vida mais inclusivo e menos focado em acúmulo de capital.