Economia política e a estratégia digital contra o racismo

 

Mesmo sabendo que no Brasil boa parte da população ainda não tem acesso à internet, é possível dizer que hoje o consumo chega de forma mais ampliada para muita gente. A população negra está se articulando na internet, e isso tem impacto no consumo. A intensificação dos debates sobre a questão racial torna essencial que a representatividade esteja presente não só em publicidade, mas também nos bastidores das empresas e marcas.

Produtos recuperáveis: o futuro da economia está no lixo

 

O peso do extrativismo denuncia um futuro com escassez de matérias de origem mineral, vegetal e animal. Mas e se interrompêssemos a extração e a produção de matérias primas imediatamente? Por quanto tempo poderíamos usar nosso lixo para produzir aquilo que consumimos? Conheça as iniciativas que jogam luz naquilo que será o produto do futuro: desenhado para aproveitar integralmente sua matéria prima, e que possa voltar para o topo da cadeia de produção.

Locavorismo e as três dimensões do desenvolvimento sustentável

 

O impacto do consumo globalizado é ambiental, social e econômico. O consumo local, também chamado de locavorismo, propõe encurtar distâncias e olhar atentamente para as cadeias de produção. Este comportamento tem impacto positivo na geração de empregos, na redução da pobreza e na redução da pegada de carbono da comunidade.

Intermediários eliminados: o potencial do Blockchain para desencadear o futuro

 

Vivemos na transição entre o fim do atual modelo econômico e o despertar de novas economias. Acesso, comunidade, propósito, reputação, transparência, confiança: são bases para, a partir das tecnologias que evoluem exponencialmente, construirmos uma nova forma de realizar transações — sejam elas financeiras ou não. Eis o Blockchain.

Empreendedorismo consciente: impactos do protagonismo feminino

 

Devido ao sexismo, com possibilidade reduzida de crescer e chegar a cargos de tomada de decisão, mulheres encontram uma rota para unir propósito e carreira por meio do empreendedorismo. Os projetos, empresas e start-ups que elas têm criado carregam enorme potencial de transformação, o que não só gera mudanças socioambientais positivas como aquece a economia.

As novas economias e suas possibilidades de fluxo

 

Para nos libertarmos de um modelo econômico que destrói a natureza e nos afasta de toda e qualquer conexão significativa, temos que nos livrar de suas premissas. A liberdade não reside na escolha de consumo nem de produção, mas na escolha de como fazê-los. O campo social pós-Internet mostra que, ao interagirmos na rede da economia colaborativa, ampliamos as possibilidades de fluxo, não só de informação mas também de recursos.

Economia colaborativa e a expansão do eu

 

Acompanhando a liquidez da pós-modernidade, desponta a economia compartilhada. Ao termos acesso a mais coisas, e sendo elas ainda mais descartáveis, criamos uma identidade exponencialmente mais fluída, mais compatível com nós mesmos. Não somos o que temos, mas o que acessamos.

Economia sustentável e a ressignificação de sucesso

 

Em um cenário ambiental que demanda por uma mudança geral na mentalidade humana, os critérios do que é “sucesso” mudaram, principalmente no que diz respeito ao que seria uma pessoa ou um negócio bem sucedido. Novos códigos substituem modelos capitalistas, evidenciando a urgência da economia sustentável.