Cores programadas: como cinema, design, moda e indústria se articulam na definição de tendências cromáticas

 

As rápidas transformações sociais representam um dos fenômenos mais marcantes e desafiadores da atualidade. A complexidade contemporânea derruba a lógica da fórmula única e cede lugar a um emaranhado plural de referenciais de design. A inconstância e a imprevisibilidade atuais impulsionam a busca insistente por soluções compatíveis aos desejos e às necessidades cambiantes de consumidores…

Ações e Verdades. Um novo comportamento entre poder institucional e a potência do povo.

 

#TRUEGEN TALK. Conversamos com alguns dos colaboradores do próximo vídeo geracional da BOX1824

 

Tivemos uma conversa de fim de tarde com alguns dos colaboradores do novo vídeo geracional, que será lançado logo mais pela Box1824. Falamos um pouco das características e comportamentos da geração Z a partir da ótica deles e como avaliavam essas tags. Participaram da conversa: @samurr, @yaminaheixo, @luizadealexandre, @volobodo. Segue o Baile! Ponto Eletrônico: Sobre…

Diversity Report: a representação de cores, gêneros, corpos e idades nas passarelas brasileiras

 

Em março deste ano, a indústria internacional da moda se viu finalmente associada ao termo diversidades em noticiário positivo. The Fashion Spot anunciava que, juntas, Nova York, Londres, Paris e Milão haviam feito da Fall 2018 a temporada de desfiles mais racialmente diversa da história. O percentual de 32.5% de participação de modelos não-brancos nos…

Mercado de identidades e o real valor dos micro-influenciadores

 

Todos sabem que o que compartilhamos na internet são versões editadas, curadas e filtradas de nós mesmos. Versões idealizadas. Viramos uma ideia. O problema é que, muitas vezes, essa ideia sequer é quem gostaríamos realmente de ser, e sim quem imaginamos que nossos seguidores gostariam que fôssemos. Essa distorção é o que chamamos de personal branding. Cria-se, a partir das redes, um mercado de identidades, onde em vez de compartilharmos quem somos, vendemos quem somos.

GenExit: a geração pós-Personal Brand

 

Em tempos digitais, a individualidade é expressa através de Personal Brands, ou marcas pessoais — você é o que você posta, não necessariamente o que você vive. Mas para muitas pessoas, o feed deixou de ser uma inspiração para se tornar um lembrete diário de que você poderia — ou deveria — estar mais feliz. GenExit parte de um ponto de vista pragmático e realista: experimentar novas possibilidades identitárias que sejam mais livres e menos deterministas.

Anti-intelectualismo e o diagnóstico do subjetivo

 

Em um cenário de crise generalizada da (des)confiança, passamos a questionar especialistas — nada mais é subjetivo ou complicado demais para que não tenhamos uma opinião certeira e definitiva, capaz de ditar inclusive o que podem pensar as outras pessoas. O anti-intelectualismo é comumente expresso na forma de hostilidade e desconfiança em relação ao universo intelectual, como por exemplo a depreciação da filosofia e o desdém pela arte.

Crise de confiança: a velha política na era da hiperconexão

 

É possível a vida em sociedade sem desigualdade? Ou é natural, é necessário que alguns poucos mandem e guardem privilégios? São questões que nos acompanham desde a Grécia Antiga e que agora acessam um novo capítulo com uma poderosa personagem chamada tecnologia digital. Como pôde a tecnologia, que conecta todo o mundo, ter agravado a desconfiança?

Empreendedorismo consciente: impactos do protagonismo feminino

 

Devido ao sexismo, com possibilidade reduzida de crescer e chegar a cargos de tomada de decisão, mulheres encontram uma rota para unir propósito e carreira por meio do empreendedorismo. Os projetos, empresas e start-ups que elas têm criado carregam enorme potencial de transformação, o que não só gera mudanças socioambientais positivas como aquece a economia.

Ética em inteligência artificial e o futuro da humanidade

 

A inteligência artificial e as máquinas dotadas com esse recurso — robôs, bots, drones, veículos autônomos, membros artificiais e até mesmo seu smartphone — nos convidam a questionar a própria essência do que constitui a vida. Essas máquinas são estranhamente familiares porque nos imitam. Seus recursos são programados com base na nossa visão de mundo e autopercepção, e tudo isso está sendo feito a uma velocidade impressionante, impregnando a cultura e até mesmo os nossos conceitos de beleza e estética.