Comunicação, Nada a Ver
17 de agosto de 2011 por Desirée Marantes

Dia do Miojo

Vocês sabiam que dia 25 de agosto é o “dia do miojo”? Aposto que para milhões de pessoas, dia do miojo é todo dia, ou algumas vezes por semana. Aí eu li que a Nissin Lamen vai promover uma “festa” onde três restaurantes famosões de São Paulo (Carlota, Boa Bistrô e Capim Santo) vão servir pratos elaborados com o macarrão. 

Agora seguinte:  é uma boa estratégia oferecer miojo metido a alta gastronomia para o pessoal que frequenta esses restaurantes  (imagino que não sejam os maiores consumidores de Nissin do planeta – afinal ainda não existe a Nissin Grano Duro)

Não seria bem mais interessante convidar algumas centenas de universitários para participar de um workshop onde os chefs dos restaurante ensinam a galéire a fazer uns molhos mais gourmets?

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Arte
08 de dezembro de 2010 por Desirée Marantes

Amigos Bizarros do Ricardinho

O curta dirigido por Augusto Canani foi premiado em diversos festivais e apresentando no MoMA.

Agora dá pra assistir online aqui

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Design, Goody
05 de julho de 2013 por marimessias

Capacete descartável

Pensando na galera que usa bike sharing, e raramente ta de capacete, os estudantes da Royal College of Art,  Bobby PetersenTom Gottelier e Ed Thomas criaram um capacete realmente resistente, feito de polpa de celulose reciclada e biodegradável.

Aqui tem mais infos.

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Ponto e Vírgula
10 de julho de 2013 por pontoeletronico

Lição aos Silvas do Brasil

Post Mágico

Estes últimos sete dias foram péssimos para o Brasil.

O maior culpado disso tudo? O “brasileiro”. Não falo do brasileiro cidadão. Dos milhares que foram às ruas motivados por suas insatisfações. Falo do arquétipo do “brasileiro”. Este “brasileiro” que vive um pouco em cada um de nós e que se fez vivo em duas figuras emblemáticas. Falo do “brasileiro” que também vive em Eike Batista e Anderson Silva.

Muito distantes em suas atuações, ambos são símbolos criados nesta última década. São produtos de um “novo” Brasil que erradicou a miséria e que já sonhava em participar da elite global. Pelo menos na elite do petróleo e da pancadaria. Mas o que vimos neste curto tempo de uma semana foi a queda, na lama e na lona, destes dois “brasileiros” de marca maior. A queda de Anderson Silva na lona em Vegas talvez seja ainda mais emblemática do que a derrocada de Eike. Filmada por inúmeras câmeras de alta definição e em todos os ângulos possíveis, a queda e seu motivo se desenrolaram em menos de sete minutos. O espírito malandro do “brasileiro” está ali, claro e cristalino para quem quiser ver e rever.

Depois de anos invictos no UFC, Anderson Silva estava no topo do seu jogo – mitificado, em plena forma física e, talvez, demasiadamente confiante. O que, aliás, parece ser uma grande contradição com o quieto pai de família de voz fina que aparece aos nossos olhos nos programas de televisão. De qualquer modo, ver aquele campeão “brincando” em frente ao seu adversário parecia grandioso, parecia realmente a lição de um grande atleta frente a um desafio menor. Lembrou em muito o mito Muhammed Ali e sua confiante dança. Além de tudo, tratava-se de um brasileiro. Alguém com a dança no sangue.

A vitória da alegria parecia estar sendo desenhada na luta, até que um dos inúmeros socos que Anderson já havia recebido na cara o tonteou. Tão logo o dançarino tupiniquim cambaleou, a raiva concentrada de Chris Weidman avançou como uma locomotiva em uma série de socos, como uma arma automática. Quando Anderson ainda estava no chão, Weidman deu mais um ou dois socos de misericórdia. Ou para ter a certeza de que a preza estava realmente “morta”, ou para desovar a sua vingança em um último tiro de satisfação vingativa ao melhor estilo tarantinesco. Entre as palavras proferidas pelo inspirado narrador da luta, ouvimos uma esclarecedora nota: “brincou demais o brasileiro”.

“Brincou demais o brasileiro” resume o que aconteceu com Anderson Silva, ao mesmo tempo que explica o que também ocorre com frequencia com o brasileiro em geral. Num lapso de falta de humildade, Silva brincou. Deixou subir o samba à cabeça e não teve maestria suficiente para bancar a ousadia. Afinal de contas, esporte não é dança. Afinal de contas, a luta tem elementos de seriedade e disciplina que os festejos passam ao largo. A tradição das artes marciais, assim como a tradição das guerras, não perdoam a desatenção, o esnobismo ou a algazarra. Mesmo os americanos, senhores da guerra, tomaram essa lição no Vietnam. O Brasil, que nada entende de guerra, confia demais ao mínimo sinal de vitória. Canta vitória antes da hora. Brinca demais antes do apito final. Esse é o veneno de nossa positividade superficial. A positividade do povo sorridente e dançarino que, sim, muito tem a ensinar ao mundo, mas pouco tem a ensinar a si mesmo.

Brincou Silva e brincou Batista. Brincaram com os seus gestos e com suas palavras. Brincaram na hora errada. Uma grande Nação se constrói honrando com a sua palavra, com uma vitoria após a outra. A conquista é um compromisso. A excelência nasce da disciplina e da humildade e não do delírio infantil de quem quer só brincar mais um pouco.

Cai o mito, levanta-se uma lição. Dançar na frente do adversário é um ideal a ser conquistado, mas o caminho para isso precisa de minério de verdade, treino exaustivo e a boa e velha humildade. Pois quando a humildade acaba, quem caminha em direção ao topo cai por terra.

*O texto é uma colaboração do João Mognon

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Goody
09 de janeiro de 2012 por Juliano Dornelles

Sexo não é acidente

Dá uma olhada nessa campanha bem divertida pró-camisinha da MTV.

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Tecnologia
24 de março de 2010 por Niege Borges

Auto Smiley

É um aplicativo feito pelo Theo Watson, que analisa a tua expressão enquanto tu faz outras coisas no computador, e ele detecta sorrisos (óun). Então, se tu tá numa conversa ou algo assim, o :) é gerado sempre que tu sorri.

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Design
24 de maio de 2011 por Desirée Marantes

Harpa Concert Hall

As paisagens da Islândia são de cair o queixo e Reykjavik acaba de ganhar uma sala de concerto que me deixou babando. Ou seja, mais um motivo para voltar para lá.

Não fui só eu que achei foda, afinal o projeto acaba de ganhar o World Architecture Awards.

via

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Arte
24 de abril de 2013 por marimessias

I love your work

2.202 clips de 10 segundos mostrando a vida de profissionais da pornografia lésbica. Esse é um resumão do projeto I Love your Work, de Jonathan Harris, fundador do Cowbird. Jonathan passou 10 dias documentando a vida privada dessas mulheres, ficando 24 horas como cada uma delas e fazendo micro vídeos a cada 5 minutos.

Segundo palavras do próprio diretor: “O projeto é menos sobre porn e mais sobre nove mulheres vivendo as complexidades da vida, juventude, fama, privacidade, gênero e sexualidade nos dias de hoje”

O ingresso para assistir online é $10 e o projeto é limitado a 10 visitantes diários.

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Música
23 de agosto de 2010 por marimessias

Love in the 90´s

Nananananana. Lalalalala. Tchurururu.

Pitchfork lançou na nossa um bestófi de 50 vídeos dos anos 90. Mas saca que sempre falta alguma coisa:

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Design
05 de setembro de 2011 por Desirée Marantes

Lata nova da Brahma

acabei de ver na Exame como será o tal casamento da Lata com o Copo.

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