Cores programadas: como cinema, design, moda e indústria se articulam na definição de tendências cromáticas

 

As rápidas transformações sociais representam um dos fenômenos mais marcantes e desafiadores da atualidade. A complexidade contemporânea derruba a lógica da fórmula única e cede lugar a um emaranhado plural de referenciais de design. A inconstância e a imprevisibilidade atuais impulsionam a busca insistente por soluções compatíveis aos desejos e às necessidades cambiantes de consumidores…

Teste de limites: subvertendo a noção de gosto

Smart Trolling

Muitas vezes, o bom gosto determina a forma como as marcas se comunicam com o público — entretanto, hoje vemos a ascensão de uma nova tendência visual, que dá importância à subversão do que é considerado aceitável.

Autenticidade à nossa volta: um comentário sobre cultura visual brasileira

Unclassed

Especialmente em países colonizados, o complexo de vira-lata é um comportamento frequente. Reconhecer uma cultura visual brasileira que vá além da visão estrangeira é um exercício fundamental, não só para romper com esta visão limitante, mas também para encontrar o autêntico ao nosso redor. Uma das formas de se colocar isso em prática é fomentando a produção nacional e pensando o Brasil das margens, de forma hiper verdadeira.

Produtos recuperáveis: o futuro da economia está no lixo

Lowsumerism

O peso do extrativismo denuncia um futuro com escassez de matérias de origem mineral, vegetal e animal. Mas e se interrompêssemos a extração e a produção de matérias primas imediatamente? Por quanto tempo poderíamos usar nosso lixo para produzir aquilo que consumimos? Conheça as iniciativas que jogam luz naquilo que será o produto do futuro: desenhado para aproveitar integralmente sua matéria prima, e que possa voltar para o topo da cadeia de produção.

Inspiração plural: 6 referências estéticas de brasilidade

Unclassed

O primeiro passo para investigação de referências estéticas nacionais é a ampliação dos cenários de estudo — ou seja, o reconhecimento das ruas, favelas, morros, interiores, roças, ribeiras e matas. A resposta aos anseios da sociedade pode estar justamente na redescoberta do que é cotidiano, familiar e ancestral. Sob esta ótica, o que era antes chamado de periférico passa a ser aspiracional.

Brasis invisíveis influenciam economia e consumo

Unclassed

Como saber a origem dos alimentos? Como conviver com o diferente? Como praticar a sustentabilidade no cotidiano? Boa parte dessas respostas estão em culturas que aprenderam a se inventar e se expressar de outras formas: aldeias indígenas, populações ribeirinhas, quilombolas, sertões, roças caipiras, interiores híbridos, as pontas do urbano, os centros ignorados. Quando as ditas periferias atingem o comportamento de consumo dos brasileiros, é hora de questionar: quem influencia quem?

O papel do design no estímulo à consciência lowsumer

Lowsumerism

O desafio do design contemporâneo é manter a relevância em um mundo cheio. Quem precisa do excesso? Mais do que apenas uma tendência, é uma questão de responsabilidade. Novos criadores propõem inovações que preveem os desejos do futuro e inspiram o mercado tradicional.

O espírito punk do movimento Do It Yourself

Lowsumerism

Foi com o movimento punk, que partia de uma ética que fugia do espectro do consumismo cada vez mais visível na vida em sociedade, que o DIY se difundiu, desde então com crescente relevância. Em essência, tanto o punk quanto o DIY enfatizam uma relação de maior intimidade com nosso consumo pessoal. Cada vez mais conscientes do impacto humano em nosso ethos, existe uma grande parcela de indivíduos que já aderiu, de uma forma ou outra, ao espírito punk presente no método “faça você mesmo”.

Erupções digitais no mundo físico

Playing Reality

Hoje, como nunca antes na história dos avanços tecnológicos, experiências estéticas criadas por máquinas são valorizadas por seu teor artístico. A exportação de elementos imagéticos do universo digital nunca esteve tão presente no plano físico. O termo The New Aesthetic se refere à invasão no mundo real da linguagem visual própria dos meios digitais. Trata-se da maneira como as máquinas veem e entendem o mundo real, e também como o mundo real vê e entende a estética produzida pelas máquinas.